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Rio exonera 6,1 mil comissionados e prevê economia de R$ 221 milhões

ResumoA prefeitura do Rio de Janeiro exonerou 6.145 servidores comissionados, medida que projeta economia anual de R$ 221 milhões. A gestão interina concentrou a ação em cargos vagos e prevê auditorias para ampliar cortes. A redução atinge funções de confiança sem impacto direto em serviços essenciais.

A gestão interina do Rio exonerou 6.145 comissionados e projeta economia de R$ 221 milhões. Medida atinge cargos vagos e pode avançar com auditorias.

Lívia Andrade Quintela
Por Lívia Andrade QuintelaJurista de Direito Eleitoral
Brasília · 26 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Rio exonera 6,1 mil comissionados e prevê economia de R$ 221 milhões

A atual gestão do governo do Estado do Rio de Janeiro exonerou 6.145 servidores comissionados até 21 de agosto, de um total de 14.340 cargos existentes em março. A projeção é que a medida gere economia de R$ 221 milhões até dezembro. Grande parte dos exonerados sequer tinha senha de acesso aos sistemas do Estado, como o SEI, sendo considerados funcionários fantasmas que apareciam apenas uma vez por mês para assinar a folha de ponto.

As nomeações somam 2.496 no mesmo período. A economia considera apenas os cargos que continuam vagos. Há previsão de novas exonerações conforme as auditorias em andamento no Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e na Controladoria Geral do Estado forem concluídas.

A gestão interina do desembargador Ricardo Couto começou em 23 de março de 2026, após o governador Cláudio Castro renunciar para disputar o Senado. No dia 24 de março, o TSE tornou Castro inelegível. Em 2 de junho, o plenário manteve a condenação por 5 votos a 2, com inelegibilidade até 2030.

As nomeações do primeiro escalão desde março são, em sua maioria, de servidores de carreira. Todos passam por avaliação do GSI. A estrutura do governo caiu de 32 para 28 secretarias, com fusões de pastas. A premissa é preservar o erário e aplicar recursos com eficiência, transparência e resultados.

Para quem está em campanha, o cenário exige atenção: a inelegibilidade de Castro até 2030 muda o tabuleiro eleitoral, e o corte de comissionados reduz a máquina pública. Em ano eleitoral, prazo não espera ninguém. regras de inelegibilidade TSE

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