Agenda dos presidenciáveis nesta terça (1º): veja compromissos
Nesta terça-feira (1º), candidatos à Presidência cumprem agenda com visitas, entrevistas e caminhadas. Wilson Grassi, Augusto Cury, Edmilson Costa e outros têm compromissos; veja a lista completa.
A agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (1º) concentra visitas a instituições, entrevistas à imprensa e encontros com representantes da sociedade, além de caminhadas e panfletagens pelas ruas. A cobertura segue rodízio diário em ordem alfabética, conforme a Agência Brasil.
Wilson Grassi (Democrata) começa o dia em Brasília com entrevista ao Poder 360 e, às 18h, ao Metrópoles. Augusto Cury (Avante) participa de café da manhã no Centro das Indústrias em Cachoeirinha (RS) e visita a 46ª edição da Expointer, em Esteio (RS); à noite, inaugura a primeira Casa Cury em Belo Horizonte (MG). Edmilson Costa (PCB) faz caminhada pelo centro de São Paulo, com início no Teatro Municipal. Hertz Dias (PSTU), em Santa Cruz do Sul (RS), participa de entrevista coletiva e almoço com militantes no Sindicato dos Comerciários; à tarde, caminha pelo centro e faz panfletagens.
Romeu Zema (Novo) conversa com pais e representantes de Joinville (SC) sobre educação em uma das escolas referência no Ideb em Santa Catarina. Ronaldo Caiado (PSD) visita a Santa Casa de Misericórdia em São Paulo, com coletiva ao final. Rui Costa Pimenta (PCO) viaja a Brasília: às 12h, panfletagem em frente ao restaurante universitário da UnB; às 16h30, entrevista ao Metrópoles; às 19h, retorna a São Paulo.
Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Samara Martins (UP) não têm agenda pública de campanha nesta terça. Renan Santos (Missão) e Clariana Barão (Democracia Cristã) não divulgaram a agenda até o fechamento desta publicação.
De fora, o Brasil aparece diferente: a disputa eleitoral é lida por parceiros externos como teste de estabilidade institucional. A ausência de agenda pública de alguns candidatos, em dia útil, pode ser interpretada como estratégia de campanha, mas também como reflexo de prioridades internas. A cobertura, porém, segue o rodízio alfabético, sem juízo de valor sobre quem aparece mais ou menos. O que está em jogo é a capacidade de cada campanha de ocupar o espaço público, dentro e fora do país.